Harmonia forçada não existe – A paz familiar não deve ser imposta pelos pais. Filhos brigam, esperneiam, choram. Isso é normal. Em vez de harmonia, muito melhor é pensar em integração.
Rivalidade sob medida – Quanto menor for à diferença de idade, maior será a probabilidade de conflitos. Devem ser evitadas comparações em boletins escolares ou no desempenho em esportes.
Mais clareza nas regras – O processo educativo em casa pede normas e limites precisos. Isso ajuda a formar a identidade.
Juízes domésticos falham – Os pais não devem arbitrar as disputas entre os filhos. Muitas vezes é melhor que eles resolvam os conflitos sozinhos.
Não há justiça perfeita – É impossível contentar a todos sempre. Filhos devem aprender que há dias em que se perde e outros em que se ganha. Assim é a vida.
A distância ideal – Especialistas apóiam a diferença média de três anos entre um filho e outro. Acima de oito anos, há uma distância difícil de administrar.
O padrão de cada um – Primogênitos cansam de serem os responsáveis, traço mais fraco nos caçulas. Filhos do meio agradecem uma dose extra de atenção.
Livres de culpas – Estresse profissional, crises de relacionamento ou a chegada de um bebê tumultuam o lar. Os filhos não podem arcar com esse peso.
Tabuleiro familiar – Filhos de outro casamento não são necessariamente rivais. Podem conviver muito bem.
Amigos ajudam a crescer – Pais possessivos é um desastre. Os filhos devem ter a chance de pernoitar ou viajar com os amigos. É uma ótima escola de convivência.
Fonte: Revista Época
09 de Junho de 2001
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